Se a dor no quadril já está limitando a sua rotina, isso não é normal e merece ser investigada com cuidado. Nem toda dor precisa de cirurgia, e cada caso pede um olhar individualizado.
Quero entender meu caso
O que começou como um incômodo leve agora aparece ao andar, altera seu ritmo e faz você evitar caminhos, saídas ou até pequenas distâncias.
Ficar sentado por muito tempo incomoda, você muda de posição o tempo todo e nunca encontra uma forma realmente confortável.
Movimentos simples, como levantar, girar ou amarrar o cadarço, já não são naturais e exigem esforço, cuidado e atenção.
Tem momentos em que parece melhorar, mas a dor sempre retorna e você nunca sente que resolveu o problema de verdade.
Você já tentou diferentes caminhos, já buscou soluções, mas ainda não teve clareza sobre o que realmente está acontecendo.
Sem perceber, você começou a evitar movimentos, reduzir atividades e adaptar sua rotina para conseguir conviver com a dor.
Traz uma história. Na maioria das vezes, essa pessoa já tentou resolver o problema sozinha, já esperou melhorar e já adaptou a própria rotina mais do que deveria. Por isso, meu papel não é apenas avaliar exames. É entender o que realmente está acontecendo, explicar com clareza e conduzir a melhor decisão para cada caso. Sem pressa, mas sem deixar o problema se arrastar.
As condições que eu trato e as cirurgias que realizo, quando fazem sentido para o seu caso.
Não. Nem todo problema no quadril precisa de cirurgia. Muitas vezes, o melhor caminho é tratar, acompanhar e conduzir o caso da forma mais adequada para o seu momento.
Quando a dor persiste, limita as suas atividades ou volta com frequência. Não é preciso esperar que ela fique forte para buscar uma avaliação.
Começo ouvindo a sua história. Depois faço um exame clínico completo, analiso os exames que você já tem e, se for preciso, peço novos. No fim, explico o que está acontecendo e quais são os caminhos possíveis.
Sim. Em muitos casos, uma nova avaliação ajuda a identificar a causa da dor e a definir o tratamento mais adequado para você.
Ele é definido depois de uma avaliação individualizada, que considera os seus sintomas, exames, idade e estilo de vida. A decisão é tomada junto com você.
Dependendo da causa, sim. Por isso, quando a dor persiste, vale investigar cedo. Assim você entende o que está acontecendo e conhece todas as opções de tratamento disponíveis.